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terça-feira, 19 de abril de 2016

O tempo é como o rio que inexoravelmente ruma ao mar. E o rio às vezes frequenta cenários deslumbrantes e não pode parar, nem assim, para contemplá-los melhor; outra vezes penetra em paragens desconcertantes, incomodativas, e tem de percorre-las sem o poder da pressa. É o curso. É o tempo.Penoso e feliz. Desconhecido. O dia é uma página em branco que escrevemos. E o outro dia haverá de vir com a mesma fome de palavras, de atitudes. O medo não pode nos roubar a tinta.

Texto do livro Carta entre Amigos de Gabriel Chalita e Fábio de Melo.

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