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sábado, 9 de abril de 2016



Carta ao Meu Anjo da Guarda Olá meu Anjo da Guarda, como tem passado? Hoje eu já não te dou muito trabalho, acredito que até possa tirar uns cochilos de vez em quando.  Já não corro mais como fazia quando criança, nas brincadeiras de pega-pega, e nem ralo mais os joelhos nos tombos de bicicleta, e também já não subo em árvores, como eu fazia, correndo risco de despencar dos altos galhos. Hoje meu Anjo  você precisa me proteger de mim mesma. Das dores da alma, das tristezas profundas e muitas vezes da sensação de estar só, buscando abrir um caminho onde parece impossível.  Preciso do amparo de suas asas, quando as tempestades me atingem com raios e trovoes, e me fazem sentir impotente diante das intempéries da vida. Pensando bem, acho que hoje preciso muito mais da sua proteção do que nos tempos de criança. Ao amanhecer ,ao anoitecer, no inverno, no verão, e em cada minuto da minha  existência preciso da sua proteção, meu Anjo da Guarda.

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